terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Reformando...

A Ira de Deus


"Pois a ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens, que impedem a verdade pela sua injustiça." Romanos 1.18

Comumente ouvimos os pregadores da televisão falarem: “Deus é amor. Ele ama você e quer ver você feliz”. São enfáticos ao demonstrar que, independente de quem você seja, Deus o ama. É notório que muitos destes textos citados da Escritura são isolados e não mostram o outro lado da mesma moeda. Quem nunca ouviu: “Deus ama o pecador, mas odeia o pecado”? É claro que creio no amor de Deus, pois a Bíblia diz que Ele é amor, como diz em 1 João 4.8, mas a mesma Escritura que diz que Deus amou o mundo dando seu filho (João 3:16) também diz: "Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem, porém, mantém-se em desobediência ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus" (João 3:36). A Bíblia está dizendo aqui que Deus não odeia somente o pecado, mas também o pecador. Está nos dizendo que aquele que não tem o filho, está sob a ira de Deus. Veja o que diz o Salmo 5.5: “Os arrogantes não permanecerão na tua presença; detestas todos os que praticam a maldade.” Outra versão diz: “odeias os que praticam a maldade”.

Talvez você diga: mas não sou mau, sou uma pessoa boa. Mesmo em meio aos teus atos de justiça a Bíblia nos diz o que Deus pensa disso: "Todos nós somos como o impuro, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas maldades nos arrebatam como o vento." (Isaias 64.6). O pecado nos afasta de Deus. Nos separa de Deus. Nossa condição não nos permite nem buscar a Deus. Não há quem entenda; não há quem busque a Deus (Romanos 3.11). Sei que isso não é muito comum de se ouvir, mas lhe digo isso porque amo você. Porque desejo ardentemente que você tenha um encontro real com Cristo.

A palavra de Deus nos mostra que Deus odeia tanto o pecador como o pecado enfaticamente: “Odeias os que adoram ídolos fúteis” (Salmos 31.6). Por isso o próprio Deus providenciou nossa redenção em Jesus “pois a redenção da sua vida é caríssima, tanto que seus recursos não são suficientes” (Salmos 49). E também “sendo justificados gratuitamente pela sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3.24). Que essa maravilhosa graça se manifeste a você. Que esse evangelho seja real a você. Creia nesse sacrifício! Jesus morreu por nossos pecados.

Querido(a), isso é maravilhoso! Você pode entender isso?

Essa ira de Deus, vista até agora em tantos textos da Palavra, foi desviada de nós e direcionada a Cristo na sua morte na cruz. Foi esse o cálice que Jesus bebeu, e agora nos proporciona outro cálice: “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR” (Salmos 116.13) e também nos diz que: “Este cálice é a nova aliança em meu sangue, derramado em favor de vós” (Lucas 22.20). O cálice da ira de Deus foi tomado por Cristo, por isso lemos no evangelho: “Podeis beber o cálice que eu bebo, ou ser batizados com o batismo com que sou batizado?" (Marcos 10.38). No livro O verdadeiro Evangelho, do pastor Paul Washer, ele nos trás uma ilustração do que aconteceu conosco: Imagine uma represa de dez mil metros de altura e dez mil metros de largura transbordando, e você está a dez metros dela. De repente essa represa desmorona e todo aquele turbilhão de água furioso está vindo em direção a você de forma violenta e destruidora. No entanto, a dez segundos de lhe atingir, o chão se abre e engole toda aquela água. Isso foi o que Deus fez por você. Isso foi o que Deus fez por nós. Cristo levou sobre si a ira de Deus contra o pecado para nos justificar.

Termino citando um texto da epístola aos Romanos: “Porque ninguém será justificado diante dele pelas obras da lei; pois pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. Mas agora a justiça de Deus se manifestou, sem a lei, atestada pela Lei e pelos Profetas; isto é, a justiça de Deus por meio da fé em Jesus Cristo para todos os que creem; pois não há distinção. Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus ofereceu como sacrifício propiciatório, por meio da fé, pelo seu sangue, para demonstração da sua justiça. Na sua paciência, Deus deixou de punir os pecados anteriormente cometidos; para demonstração da sua justiça no tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus”( Romanos 3.20-26).

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Um homem que viveu de forma plena.

Estêvão foi o primeiro diácono da igreja primitiva e também o primeiro mártir do Cristianismo. Foi um homem que viveu de forma plena. Era cheio do Espírito Santo, cheio de sabedoria, cheio de fé, cheio de graça e cheio de poder. Estêvão viveu de forma superlativa e morreu de forma exemplar. Sua vida inspira ainda hoje milhões de pessoas. Seu legado atravessa os séculos. Sua voz ainda ecoa em nossos ouvidos e suas obras ainda nos deixam perplexos.
Seu discurso diante do sinédrio é o sermão com o maior número de citações bíblicas de toda a Escritura. Embora tenha sido eleito para a diaconia das mesas, exerceu também a diaconia da palavra. Conhecia a palavra, vivia a palavra e pregava com poder a palavra. Sua serenidade diante da perseguição era notória. Sua coragem para enfrentar a morte era insuspeita. Enquanto seus inimigos rilhavam os dentes contra ele, seu rosto transfigurava como o rosto de um anjo. Mesmo sendo apedrejado pelo seus algozes, orou por eles, à semelhança de Jesus. Em vez de evocar sobre eles a maldição, pediu a Jesus para não colocar na conta deles seus próprios pecados. Perdão e não vingança era o lema de sua vida.
Três marcas indeléveis distinguem esse protomártir do Cristianismo.
Em primeiro lugar, sua vida era irrepreensível (At 6.3). “Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço”. Estêvão era homem de boa reputação. Seu caráter era irrepreensível e sua conduta ilibada. Era homem impoluto e sem jaça. Sua vida referendava seu ministério. Sua conduta era a base do seu trabalho. Seu exemplo, o fundamento de sua liderança espiritual. Estêvão viveu o que pregou. Não havia nenhum abismo entre suas palavras e suas obras. Era íntegro e pleno.
Em segundo lugar, suas palavras eram irresistíveis (At 6.10). “E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava”. Por ser um homem cheio do Espírito, de sabedoria, de fé, de graça e de poder, Estêvão era boca de Deus. Cada palavra que saia de sua boca tinha o peso de uma tonelada. Seus inimigos podiam até discordar dele, mas jamais refutá-lo. Estêvão tinha conhecimento e também sabedoria. Tinha luz na mente e fogo no coração. Suas palavras eram ao mesmo tempo ternas e doces e também fortes e cortantes. Ao mesmo que trazia cura para os quebrantados, feria os de coração endurecido; ao mesmo tempo que confortava os aflitos; perturbava os insolentes.
Em terceiro lugar, suas obras eram irrefutáveis (At 6.8). “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”. Estêvão pregava aos ouvidos e também aos olhos. Falava e fazia, ensinava e demonstrava. Suas obras irrefutáveis testificavam de suas palavras irresistíveis. Por ser um homem que vivia cheio do Espírito, de fé, de sabedoria, de graça e de poder, Deus operava por meio dele grandes milagres. Os milagres não são o evangelho, mas abrem portas para testemunhá-lo. Muitos estudiosos da Bíblia afirmam que a vida irrepreensível de Estêvão e o seu poderoso testemunho na hora da morte impactou decisivamente o coração de Saulo de Tarso, que mais tarde, convertido a Cristo, transformou-se no maior bandeirante da fé. Que Deus nos dê homens do mesmo calibre de Estêvão, homens que ousem viver de forma plena num mundo cheio de vazio.
Rev. Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Setor de Oração!


Graça e paz gente!
Só reforçando o aviso do Setor de Oração, agora os dois grupos juntos! Não deixem de ir, é um momento ímpar na presença do Senhor, além da comunhão com nossos irmãos! Será na casa de Lucas Victor.



JUCEVídeo: A Falha Evangelística das Igrejas - Augustus Nicodemus



"Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados"
Atos 3:19

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Eu não me envegonho do Evangelho!!


“Não me envergonho do Evangelho, pois ele é poder de Deus para salvar todos os que creem…”(Romanos 1.16)

Fé é escolher crer, de forma ousada e sem se desviar, naquilo que Deus disse, começando pelo fato de o Evangelho de Cristo ser o “poder de Deus para salvar todos os que creêm.” Nós jamais devemos ficar com vergonha de anunciar essa maravilhosa verdade, independente da reação (ou falta dela) por parte daqueles que nos ouvem. Uma das chaves para uma vida de fidelidade é a verdade da nossa conversão, que resulta do ouvir e do crer no evangelho de Cristo, e devemos ser fiéis em compartilhar essa verdade com outros.
A fé dos jovens cristãos do século XXI deve aprender de novo a se apoiar totalmente no testemunho das Escrituras, assim como a  Igreja Primitiva fazia. Enquanto cremos no testemunho das Escrituras e anunciamos corajosamente o evangelho, nós liberamos o poder criador da Palavra de Deus, porque escolhemos crer nela, mesmo diante de circunstâncias desafiadoras (Romanos 4.17,18). Ainda que venham tempos em que sejamos tentados pela incredulidade, podemos permanecer firmes na Palavra de Deus, sabendo que ele pode fazer o que promete (Romanos 4.20-25).
A fé nos libreta para vivermos para o bem de outros como nunca antes. Ela também nos chama à responsabilidade de contar aos outros sobre a graça salvadora de Cristo e a viver de uma maneira que vai encorajar aqueles que possam estar fracos na fé. Como os que têm experimentado a verdade da Palavra de Deus, devemos entregar nossas vidas para anunciar o evangelho àqueles que estão perdidos e levantar e encorajar os cristãos no corpo de Cristo (Romanos 15.1-3).
Fonte: Bíblia de Estudo Plenitude para Jovens  p 1433.