quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Servo Bom e Fiel

"Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito." (Lucas 16:10)

A pessoa usada por Deus deve ser fiel. Estevão era um homem cheio de sabedoria, do Espírito Santo e cheio de fé (ver Atos 6:1-7). Mas os apóstolos não lhe pediram para que saísse a fazer milagres e a pregar o evangelho para o Sinédrio. -Qual era o seu trabalho? Ele foi escolhido para servir a igreja servindo mesas. Era um trabalho árduo, mas Estevão o fazia muito bem.

Diligentemente, Estevão esperou no Senhor. E, como o Senhor o encontrou fiel nas pequenas coisas, deu-lhe mais responsabilidades. Jamais seremos pequenos demais para Deus nos usar – apenas muito grandes. Deus colocou esta questão a Zacarias: "Pois aqueles que desprezaram o dia das pequenas coisas terão grande alegria ao verem a pedra principal nas mãos de Zorobabel" (Zacarias 4:10). Precisamos ser fiéis em fazer o que Deus coloca diante de nós, porque se não formos fiéis nas pequenas coisas, também não seremos nas grandes.

Jesus contou a história de um homem rico que saiu para viajar (ver Mateus 25:14-30). Antes de sair, chamou os seus servos e deu a cada um deles uma quantidade em dinheiro. Ele lhes disse para investi-lo enquanto estivesse fora. Dois dos três servos investiram o dinheiro e o multiplicaram. Para aqueles dois servos fiéis o senhor disse: "Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco; eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!" (Mateus 25:21).

Observe que aqueles que foram fiéis, foram recompensados a altura. Mas observe também uma coisa: as suas recompensas eram mais oportunidades de servir. Se você é fiel nas pequenas coisas, Deus vai dar-lhe outras oportunidades para fazer coisas maiores.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Reformando...


Se eu não posso ouvir música "não cristã", então não posso:

- Beber água "não cristã".
- Usar roupa "não cristã".
- Assistir filme "não cristão" (aliás, em fimes não cristãos há músicas não cristãs)
- Andar de carro "não cristão".
- Usar papel higiênico "não cristão".
- Sentar numa cadeira "não cristã".
- Usar um computador "não cristão".
- Entrar numa rede social "não cristã"

É melhor ouvir músicas "não cristãs" que não vão contra Deus e o cristianismo do que ouvir músicas "gospeis" com falsas doutrinas como sabor de mel - Damares, filho meu - Thalles Roberto ...

"Tudo me é permitido", mas nem tudo convém. "Tudo me é permitido", mas eu não deixarei que nada domine." 1 corintios 6:12

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

QUANDO PARECER LEGAL É O OBJETIVO!

Inicialmente, contextualização geralmente começa por um ponto óbvio, que para atravessar barreiras linguísticas e culturais de forma eficaz, precisamos traduzir e ilustrar nossa mensagem de forma que seja adequada para a compreensão das pessoas ou grupos que desejamos alcançar. Ou seja, que contextualização implica em nada mais do que a tradução e ilustração – se fosse apenas isso toda a discussão seria supérflua e a palavra contextualização não seria defendida com uma paixão que as palavras, regeneração, expiação, justificação… não são.
Hoje ela significa muito mais do que a tradução e ilustração das verdades bíblicas.
Num primeiro momento, a ideia de contextualização ganhou força entre os evangélicos no campo da tradução da Bíblia, e é fácil perceber o porque. Por exemplo, se você pregar a palavra de Deus a uma cultura esquimó, onde eles não tem ideia do que são ovelhas, você precisa (pelo menos essa é a ideia) encontrar uma maneira de explicar todas as referências em termos pastorais que os esquimós possam entender. Por exemplo o Salmo 100.3 – “Nós somos o seu povo e ovelhas do seu pasto” – Um esquimó teria dificuldade de visualizar, algo que outros povos não teriam.
Então, em um caso real, um grupo de tradutores da Bíblia trabalhando na língua esquimó traduziram a palavra “ovelha” como “caribus”… em toda a Escritura. Apesar disso, como explicar exatamente o Salmo 23 dessa forma? Seria mais fácil ensinar aos esquimós o que são ovelhas. Eu por exemplo, nasci no Rio de Janeiro e não tinha contado nenhum com neve na minha vida. Meu pai para me ensinar que Deus tornaria o meu pecado mais alvo que a neve, simplesmente me ensinou o que era neve. E também nunca vivi num contexto de contato com ovelhas mas simplesmente me ensinaram o que era. Quando meu pai me ensinou que Cristo era o “leão da tribo de Judá” – era óbvio que eu não tinha contato com o animal africano – mas foi mais fácil me ensinar o que é um leão do que tentar “contextualizar” com os animais que eu tinha contato. Então veja, olhamos só um exemplo de contextualização verbal que por fim, obscurece mais do que esclarece. Mas o que temos hoje é algo muito pior.
A estratégia pós-moderna missional de contextualização sempre parece envolver abraçar os valores da cultura alvo. Ouça aqueles que mais falam sobre “contextualizar”, como se fosse um mantra de tão repetitivo, e veja que com a ideia de tornar o evangelho “mais claro”, às vezes deliberadamente, às vezes inconscientemente, envolve fazer com que o cristianismo pareça mais familiar e mais confortável e muito menos contra-cultural.
Então o que é dito é que a contextualização adequada envolve, pelo menos “temporariamente”, adotar qualquer visão de mundo das pessoas ou grupos que queremos alcançar, de modo que a partir desse ponto, possamos falar com eles como parte do grupo, e não como estranhos ou estrangeiros.
Na verdade então, a contextualização vai muito além de traduzir e ilustrar as verdades. Também vai muito além de adotar a linguagem e as convenções sociais da cultura educada, evitando certos tabus culturais. A contextualização vai muito além, e os “contextualizadores” hoje estão tentando adaptar o conteúdo da mensagem do evangelho, tanto quanto possível, a visão de mundo de qualquer subcultura que eles vejam como público-alvo. Não só os leões marinhos ou caribus se tornam substituto para as ovelhas; tolerância pós-moderna se torna um substituto aceitável para “amor cristão”.
Para resumir – a idéia não é deixar a mensagem da cruz e toda a ofensa da Verdade de Deus para o homem natural mais clara. Porque ficaria até mais claramente ofensiva ao homem natural.
Ouça atentamente o missiólogo típico, ou “plantador” de igreja que defende a ideia da contextualização como a grande descoberta para “salvar” o evangelho da irrelevância, e o que normalmente você vai ouvir é alguém tentando desesperadamente tornar o evangelho mais palatável, agradável e que se encaixe no estilo de vida do público alvo.
O entusiasmo desenfreado sobre esse tipo de “contextualização” mudou drasticamente a estratégia evangelística – tomando como missão o como a igreja pode assimilar o mundo, tanto quanto possível; e acima de tudo, como parecer legal para o mundo (com todas as suas sub-culturas – do esquimó ao apaixonado por touradas, Vale-tudo, filosofia da tolerância…), para que todos gostem de nós.
Essa realmente é a ideia motriz que está por trás do “pregador sensível” e da abordagem da Igreja Emergente e outras. Essa ideia de “contextualização” – ajustando o cristianismo ao mundo e seus grupos específicos, crenças existentes, valores, tradições, entretenimento… foi a “contribuição” mais “significativa” das últimas décadas para a estratégia da igreja. O que foi péssimo.
Conseguiu e está conseguindo tornar a igreja e o mundo indistinguível, indistinta na essência da visão de qual é o objetivo do evangelho centrado na glória do Deus que é santo, santo, santo. E, francamente, ineficaz como força transformadora, e sim se tornando algo moldado pelo mundo e seus valores.
A mensagem tem de ser comprometida, pois o mundo jamais vai achá-la legal! O homem odeia a verdade por um motivo muito mais profundo do que nosso vocabulário. Jesus foi um homem perfeito. Perfeito em amor e em tudo o mais que se possa imaginar. Por que Ele foi odiado neste mundo? Contextualizou errado? Não usou a linguagem da cultura?
Escute Cristo: “O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más”. – João 7:7
O mundo, a não ser que o homem seja regenerado, não suporta ouvir isso: “dele testifico que as suas obras são más”. Nunca vai achar isso legal!
Quando parecer legal é um objetivo, já nos perdemos e teremos sérios problemas com a mensagem.
Fonte: BLog do Josemar Bessa via Ministério Beréia. Divulgação: Púlpito Cristão.
Soli Deo gloria!

sábado, 14 de setembro de 2013

Isa Indica ...

Graça e paz galera!

Dica da semana é a música 'Quem Sou Eu?' do PG. Uma musica que possui uma linda letra, que fala de reconhecer que não somos dignos da graça do Senhor e que a Sua infinita fidelidade. 
Espero que gostem. 

Deus abençoe a todos. :*


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Santidade Prática.

Temos de nos sentir muito agradecidos a Deus, depois que o Espírito Santo iluminou o entendimento de um homem, dispersou a névoa do erro e o firmou na Verdade. Mas isto é apenas o começo. As Escrituras Sagradas são proveitosas não somente para o “ensino”, mas também "pa-ra a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Tm 3.16). Observe bem esta ordem: antes de estarmos prontos para ser instruídos na “justiça” (fazer o que é correto), há muito em nossa vida que Deus reprova e que Ele tem de corrigir. É necessário que seja assim, pois, antes de nossa conversão, tudo estava errado em nossa vida. Tudo que fazíamos tinha em vista a satisfação de nosso “eu”, sem nos preocuparmos com a honra e a glória de Deus. Portanto, a primeira grande necessidade e o principal dever de todo novo convertido não é estudar as figuras do Antigo Testamento, ou quebrar sua cabeça com profecias, e sim examinar com dedicação as Escrituras, a fim de descobrir o que é agradável a Deus e o que não é, aquilo que Deus nos proíbe e o que Ele nos ordena.
Se você foi verdadeiramente convertido, sua primeira preocupação tem de ser determinar os detalhes de sua vida — no lar, na igreja, no mundo — de modo que agrade a Deus. E, ao realizar isto no presente, a ordem será esta: “Cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem? (Is 1.16-17); “Aparta-te do mal e pratica o que é bom” (Sl 34.14; cp. Sl 37.27). Tem de haver uma destruição, antes de ocorrer uma edificação (Ec 3.4). Tem de haver um esvaziamento do “eu”, antes de acontecer o enchimento do Espírito. Precisa ocorrer um desaprendizado, antes de acontecer o verdadeiro aprendizado. Tem de haver um aborrecimento do “mal”, antes de existir o amor pelo “bem” (Am 5.15; cp. Rm 12.9). 
Ora, se o novo crente realmente utiliza as Escrituras Sagradas, de uma maneira prática, para regular seus pensamentos, seus desejos e suas ações, por intermédio das advertências e dos conselhos, das proibições e dos preceitos das Escrituras, isso determinará a medida em que ele desfrutará da bênção de Deus em sua vida. Deus, o Governador do mundo, observa nossa conduta e, mais cedo ou mais tarde, manifesta seu desprazer contra os nossos pecados, bem como sua aprovação sobre um andar de retidão, concedendo a medida de realização que contribui para o nosso bem e para a glória dEle mesmo. Em guardar os mandamentos de Deus, “há grande recompensa” (Sl 19.11), nesta vida (1 Tm 4.8). Oh! quantas bênçãos temporais e espirituais muitos crentes perdem, por causa de um conduta negligente e desobediente! (ver Is 48.18)
O fato trágico é que, ao invés de o novo crente estudar diligentemente a Palavra de Deus, a fim de descobrir para si mesmo os detalhes da vontade divina, o crente novo faz muitas outras coisas. Muitos se envolvem em uma “obra pessoal” ou em alguma forma de “serviço cristão”, enquanto têm a vida repleta de coisas que desagradam a Deus. A presença dessas coisas desagradáveis, em suas vidas, obstrui a bênção de Deus sobre suas almas, corpos e afazeres temporais. E, para tais pessoas, precisamos dizer: “Os vossos pecados afastam de vós o bem” (Jr 5.25). A mensagem de Deus para seu povo é: “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fp 2. 12). Oh! quão pouco deste “temor e tremor” pode ser visto em nossos di- as! Ao invés disso, encontramos auto-estima, autoconfiança, vanglória e confiança na carne.
Há outros que se dedicam ao estudo diligente de doutrinas, porém, freqüentemente, falham em compreender que a doutrina das Escrituras não é uma série de proposições intelectuais, e sim a doutrina “segundo a piedade”. A “doutrina” ou “ensino” da santa Palavra de Deus é concedido não para a instrução de nosso intelecto, e sim para regular todos os detalhes de nossa vida diária; e isto acontece para que adornemos, “em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador” (Tt 2.10). Mas isso pode se realizar tão-somente por meio de uma constante leitura da Palavra, acompanhada pelo elevado propósito de descobrirmos aquilo que Deus proíbe e aquilo que Ele ordena; bem como por meio de nossa freqüente meditação naquilo que lemos e de oração fervorosa suplicando graça sobrenatural que nos capacita a obedecer. Se no início de sua vida cristã, o novo crente não forma o hábito de trilhar o caminho da obediência prática em relação a Deus, então, quando ele orar, não terá os ouvidos de Deus a escutá-lo. O apóstolo João afirmou com clareza uma das principais condições com as quais temos de buscar graça, para que as nossas petições recebam aceitação: “E aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável” (1 Jo 3.22). Mas se, ao invés de nos submetermos às santas exigências de Deus, seguirmos nossas próprias inclinações, então, poderá ser dito sobre nós: “As vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59.2). Isto é extremamente solene! Oh! que diferença faz o desfrutarmos ou não de acesso experimental à presença dEle!
O novo crente, ao seguir o caminho da auto-satisfação, não somente reduz as suas orações a palavras vazias, mas também traz sobre si mesmo a vara de Deus e todas as conseqüências erradas de sua vida. Esta é uma das razões por que muitos crentes estão sofrendo tão dolorosamente quanto as infelizes pessoas mundanas: Deus está insatisfeito com os caminhos deles e não se mostra forte para com eles (2 Cr 16.9). Neste sentido, procuramos mostrar o remédio, que nos convoca à verdadeira humilhação diante do Senhor, à contrição santa, ao verdadeiro arrependimento, à confissão irrestrita, à firme determinação de corrigirmos nossos caminhos. Este remédio é: somente quando estivermos andando no caminho da completa submissão a Deus (e não antes), a fé poderá contar com a misericórdia dEle e com a paciente expectativa de que Ele realizará maravilhas por nós.
Arthur W. Pink