"Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida juntamente com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões - pela graça vocês são salvos. Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para mostrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua graça, demonstrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus;" Efésios 2:4-8
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
JUCEVídeo: O que significa receber a Cristo? - John Piper
"Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida juntamente com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões - pela graça vocês são salvos. Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para mostrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua graça, demonstrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus;" Efésios 2:4-8
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Total dependencia - Jhonathan Edwards
Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus.
- Efésios 2:8 -
Há uma dependência absoluta e universal dos remidos para com Deus. Os remidos são em tudo diretamente, imediatamente, e totalmente dependentes de Deus. Eles são dependentes dEle para tudo, e são dependentes Dele em todos os sentidos. Os redimidos têm todo o seu bem provindo Dele e sem Ele nenhum bem há neles. Deus é o grande autor do mesmo. Não há nenhum mérito nos redimidos.
Deus é a primeira causa dele, de todo bem nos redimidos, e não somente isso, mas Ele é a única causa adequada. É da parte de Deus que temos o nosso Redentor. É Deus que providenciou um Salvador para nós. Jesus Cristo não é apenas de Deus em Sua pessoa, pois Ele é o Filho Unigênito de Deus, mas Ele vem de Deus, como também estamos tão somente interessados nele e em seu trabalho de Mediador. Ele é o presente de Deus para nós. Deus o escolheu e ungiu, nomeando Ele, Sua obra, e enviando-O ao mundo. Como é Deus que dá, por isso é que Deus aceita o Salvador (não por nada que há em nós). Ele dá o comprador, e Ele dá a coisa comprada.
É de Deus que Cristo torna-se nosso, que somos levados a Ele (por Deus) e então unidos a ele pela ação soberana de Deus. É de Deus que recebemos a fé para crermos e nos apegarmos a ele, para que possamos ter interesse nele:"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Efésios 2: 8).
É pela ação de Deus que na realidade recebemos todos os benefícios que Cristo adquiriu. Ele é o Deus que perdoa e justifica e impede com isso de irmos para o inferno como merecemos, e em seu favor os redimidos são recebidos quando são justificadas. Por isso, é Deus que liberta do domínio do pecado, nos purifica de nossa imundície e nos transforma de nossa deformidade.
Jonathan Edwards (1703-1758) - “God Glorified in Man’s Dependence.”
ACAMPAMENTO JUCEV 2013
#QuandoAsMáscarasCaem. Faça já sua inscrição, e garanta sua vaga!
Assista uma prévia do que está por vir.
(CLIQUE NO LINK PRA VER)
(CLIQUE NO LINK PRA VER)
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Reformando...
Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?
De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?
Romanos 6:1-2
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
O QUE É ARREPENDIMENTO BÍBLICO?
Antes de tudo, cabe definir o que não é arrependimento à luz das
Escrituras: Primeiramente, arrependimento não é um mero levantar de mãos em
assentimento à mensagem que foi pregada, porque histórica e experimentalmente
conhecemos vários exemplos de pessoas que o fizeram, mas que dentro de algum
tempo tornaram a "volver-se no lamaçal" do pecado. Em segundo lugar,
não é apenas estar envolvido em trabalhos eclesiásticos ou doar as maiores
quantias de dinheiro, segundo os princípios que Jesus dá em Mateus 7.21-23:
“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele
que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de
dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e
em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?
Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que
praticais a iniqüidade”. Terceiro, arrependimento não é uma mera moralização da
vida, como muitos alegam que pelo fato de não comparecerem mais a festas
mundanas, não beber, adulterar, brigar ou vestir-se inapropriadamente dentre
uma série de outras coisas faz com elas sejam salvas, pois por diversas vezes a
renúncia destas coisas se deve apenas ao fato de se obter um status social,
como faziam os fariseus em gesto de hipocrisia.
Dadas as definições do que não é arrependimento bíblico, faz-se
necessário começar com uma definição geral e depois prosseguir com uma mais
especificamente bíblica. A palavra grega para “arrependimento” é metanõia, que
quer dizer “mudança de mentalidade”, onde a pessoa se condói pelo mal cometido
e decide mudar de atitude. Porém, conforme a Bíblia mostra, arrependimento é
algo muito mais sério e profundo. É, pela graça de Deus, perceber que o Ser
infinito, pessoal e perfeito de Deus foi ofendido e blasfemado, e por conta
disso, ao confrontar o estado de eterna santidade de Deus com o estado de
pecado da raça humana, sentir-se angustiado por merecer o inferno ao invés do
céu. Também é ter nojo do pecado e almejar ser semelhante a Jesus, que é o
padrão de toda perfeição (Hb 4.15; I Pe 2.21-22; I Jo 3.5). Quando se lê a
experiência de homens como Isaías no capítulo seis de seu Livro, é notório que
ele ficou profundamente enojado para com os seus pecados e os de sua nação. Ele
chegou a pensar que iria morrer, quando exclamou: Ai de mim! Estou perdido!
Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros
lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! (v.5). Tal experiência
angustiante porém maravilhosa foi vivenciada por outros homens de Deus, tais
como Moisés, Gideão, Jeremias e outros.
David Wilkerson compartilha algo interessante sobre o arrependimento:
“Claro, existem igrejas hoje que não abrem mão quanto à essa importante
doutrina bíblica. Mas diversas igrejas decidiram que arrependimento é uma
mensagem ofensiva demais. Na verdade, denominações inteiras a desenfatizaram.
Nestas igrejas, você pode ouvir tudo sobre o amor de Deus, Suas bênçãos, Seus
preceitos para enfrentar a vida, mas nenhuma palavra sobre a dor de Deus devido
ao pecado. Você pode ouvir mensagens sobre amar os outros e ser uma pessoa boa
e benigna. Tudo isso é verdadeiramente bíblico, mas você não vai ouvir uma
mensagem de arrependimento como aquela que Pedro pregou no Pentecostes. O
sermão de Pedro levou milhares para a liberdade em Cristo. Muitos pastores hoje
ficariam horrorizados com o que Pedro pregou naquele dia. Atos 2 nos dá o
contexto para a poderosa mensagem do apóstolo: ‘E, ouvindo eles isto,
compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos:
que faremos, irmãos?’ (Atos 2:37). Como esse verso demonstra, deve haver um
conhecimento do pecado antes que possa haver arrependimento genuíno. É o
propósito da lei, despertar um senso de pecado. E os corações daquelas pessoas
em Jerusalém foram tocados quando ouviram a palavra de Deus e reconheceram seus
pecados”. Ele ainda afirma que o arrependimento genuíno resulta em dor, remorso
e desgosto pelo pecado, a ponto de mudar um modo de vida.
Infelizmente, hoje há uma preocupação maior em entreter e fazer as
pessoas “se sentirem bem” a pregar que elas precisam se arrepender e crer em
Jesus, caso contrário passarão toda a eternidade no inferno. O que está em
evidência hoje é lotar os prédios das Igrejas em detrimento do Evangelho, e
muitos não-convertidos participam destas denominações achando que são salvos.
Não pregar sobre arrependimento é ter vergonha do Evangelho e é querer dar um
remédio barato para um câncer que somente Deus pode curar. A função da pregação
é mostrar às pessoas, pelas Escrituras, aquilo que elas precisam seguir e
aquilo que elas precisam abandonar, e que não podem ter vida espiritual sem
essas práticas. Deve-se louvar a Deus porque homens como John Piper, John
MacArthur, Leonard Ravenhill, Paul Washer, Lloyd-Jones e outros têm sido
instrumentos de Deus para essas últimas gerações permeadas de pragmatismo e
antropocentrismo, por sua fidelidade à Palavra de Deus e à pregação sobre
arrependimento.
Este artigo será finalizado com um apelo a igreja de hoje, para que esta
seja fiel ao texto bíblico, pois é vergonhoso para pessoas que foram chamadas
por Jesus omitir o arrependimento de suas pregações. Isso seria bajulação ao
invés de pregação. É importante o que a palavra de Deus nos diz em II Coríntios
7.10-11: "Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a
salvação, o qual não traz pesar, mas a tristeza do mundo opera a morte. Pois
vede quanto cuidado não produziu em vós isto mesmo, o serdes contristados
segundo Deus! Sim, que defesa própria, que indignação, que temor, que saudades,
que zelo, que vingança! Em tudo provastes estar inocentes neste negócio"
(II Coríntios 7.10-11). "Mas Deus... manda agora que todos os homens em
todo lugar se arrependam" (Atos 17:30). "Assim está escrito que o
Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressurgisse dentre os mortos, e que em seu
nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações,
começando por Jerusalém" (Lucas 24:46-47). Portanto, é a Palavra de Deus,
e não o público que determina a verdade e o conteúdo da pregação.
Soli Deo gloria
Assinar:
Postagens (Atom)

